quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Japan, US, Norway dominate world’s 100 largest seafood companies

September 11, 2013, 3:59 pm
  
Did you know that nearly half of the world’s largest 100 seafood companies are in Asia, and a quarter in Japan?
Well, that’s what we found out while compiling our report on the World’s Top 100 Largest Seafood Companies.
The companies in Japan range from seafood giants, such as Maruha Nichiro and Nippon Suisan Kaisha (Nissui), to trading conglomerates and the wholesalers based in Tsukiji market.
The US and Norway are next, in terms of number of companies on the report. Impressively, Norway, a country of just over 5 million people, has ten companies in the top 100, one behind the US, a country with a population of 313 million people.
The Norwegian companies on the list range from salmon farming groups, such as Marine Harvest and Cermaq-owned Mainstream, to traders and whitefish harvesting companies.
US firms in the World’s Top 100 Largest Seafood Companies report are very diverse in how they generate revenue.
American companies in the report range from Seattle-based fishing firms; to Midwest shrimp importers; to True World Foods, a giant sushi supply company.
That means there are 46 Japanese, US and Norwegian companies in the top 100.
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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Desenvolvimento passa pela revitalização da agro-pecuária e pescas

Eusebio de Brito, que falava na segunda sessão do Conselho de Auscultação e Concertação Social, que decorre no auditório do Instituto Médio Politécnico, referiu que estas áreas se afiguram como o garante do aumento da produtividade local e da geração de novos postos de trabalho.
De acordo com o responsável, neste contexto, a cultura do café merecerá atenção, devendo igualmente ser reforçada a produção do algodão e do palmar tendo em vista o crescimento da produção interna.
Segundo o governante, encontra-se igualmente em projecção a recuperação do sector das pescas, através da elaboração de programas para o seu relançamento sob a orientação do Ministério de tutela.
No plano industrial, acrescentou estar na forja o surgimento de dois pólos industriais em Porto Amboim e Cela, desenvolvida no corredor da bacia leiteira da Cela, na região do Waku Kungo, estendendo-se até à Kibala.
Outra prioridade do executivo assenta no comércio rural, associado à projecção de uma nova cadeia logística comercial, com o estabelecimento de novas áreas de armazenamento e conservação de produtos agro-pecuários, tutelados pelo Ministério do Comércio.
Na sua óptica, este programa irá promover o desenvolvimento socio-económico, com a comercialização de toda a produção pecuária existente na província e deste modo contribuir para a recuperação de todo o tecido social mais vulnerável e o aumento do rendimento das famílias no meio rural.
Para o exercício económico 2014, o programa de Investimentos Públicos (PIP) vai empregar um valor na ordem dos 17.381 milhões de kwanzas e contempla 69 projectos, distribuídos nas áreas da educação, saúde, energia e águas, Juventude e desportos, Ordenamento do território e habitação, Justiça e Interior, estradas secundárias e elaboração de estudos e projectos.
No encontro foram apresentados, além do PIP 2014, o Plano de Desenvolvimento provincial de Médio Prazo 2013/2017, programa agro-pecuário do Kwanza Sul, contribuições da sociedade civil sobre as conclusões e recomendações do Fórum Empresarial e Produtivo do Waku Kungo, decorrido em Maio último.
Foram ainda informados sobre o projecto da rede de transportação de energia electrica Gabela/Ebo/Kibala/Waku Kungo, do programa de combate a malaria e do projecto/plano de prevenção rodoviária.
(AngolaPress, 21/08/2013)

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Angola e Namíbia aprofundam relacionamento no sector das pescas

Angola e Namíbia pretendem reforçar o relacionamento bilateral para responder a alguns desafios e necessidades comuns nas áreas das pescas, produção do sal e gestão de focas, disse quarta-feira, em Luanda, a ministra angolana das Pescas, Vitória de Barros Neto.

Antes de um encontro com o seu congénere da Namíbia, Bernhard Esau, a ministra afirmou que a reunião serviria para avaliar as relações bilaterais, com destaque para o institucional, onde a incidência recai para a investigação pesqueira, fiscalização e formação de quadros.

Segundo Vitória de Barros Neto, Angola e a Namíbia são países vizinhos que partilham o ecossistema da corrente de Benguela, um dos mais produtivos do mundo, além de pertencerem à mesma região do continente africano e colaborarem a nível bilateral e multilateral.

Além de projectos conjuntos, tanto a nível bilateral como a nível das instituições multilaterais em que os dois países participam, a ministra angolana das Pescas adiantou que os dois países estão a estudar mecanismos que facilitem a comercialização do sal produzido nos dois territórios.

Relativamente às focas, enalteceu a experiência da Namíbia e da África do Sul na matéria, referindo ser desejo do seu pelouro aproveitar a presença do ministro namibiano em Angola para identificar soluções comuns para uma boa gestão das populações de focas dos dois países. (macauhub, 25/07/2013)

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Cabo Verde quer rápida fixação dos limites da Plataforma Continental na sub-região

O ministro das Relações Exteriores de Cabo Verde pediu hoje aos sete países oeste-africanos que acertem, definitivamente, os limites territoriais para que o alargamento da plataforma continental, além das 200 milhas náuticas, avance rapidamente.

30-05-2013
Jorge Borges falava na abertura da VI Reunião do Comité da Ligação-Extensão da Plataforma Continental além das 200 milhas marítimas, que termina sexta-feira, e exigiu as correções da exatidão dos traçados e das coordenadas das linhas bases nacionais estabelecidas nos respetivos países.
O chefe da diplomacia cabo-verdiana defendeu que tais limites terão de ser as bases conformadas com as disposições da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, para que a extensão se prolongue das 200 para as 350 milhas náuticas (dos 370 para os 650 quilómetros).
"Torna-se necessário acelerar esse processo legislativo em cada um dos Estados", salientou Jorge Borges ao dirigir-se aos representantes de Cabo Verde, Gâmbia, Guiné-Conacri, Guiné-Bissau, Senegal, Mauritânia e Serra Leoa.
O ministro cabo-verdiano apelou a um "intercâmbio permanente" entre os técnicos dos países da sub-região, de forma a encontrar as propostas facilitadoras das decisões, "prementes para a sub-região".
Segundo a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM), a plataforma continental de um Estado costeiro inclui o solo oceânico e o subsolo das áreas submarinas que se estendem além do seu mar territorial, ao longo do prolongamento natural do seu território, em direção à extremidade exterior da margem continental, ou numa distância de 200 milhas náuticas.
As convenções preveem que o "mar territorial" se estende até às 12 milhas (22 quilómetros), em que o Estado possui jurisdição absoluta, seguindo-se a Zona Económica Exclusiva (ZEE), que se prolonga até às 200 milhas (370 quilómetros) e, por fim, a Plataforma Continental, até às 350 milhas (650 quilómetros).
Considerando o enorme potencial em recursos neles existentes (petróleo, gás, minérios e moléculas que podem ser utilizadas na indústria farmacêutica), um número elevado de Estados costeiros, entre eles Portugal, encontra-se empenhado em estender as suas plataformas continentais.
Muitos desses países, como Portugal, Brasil, Noruega, França, Japão, Filipinas, Gana, África do Sul, Nigéria e Seicheles, entre outros, já depositaram também a informação prévia e mesmo os respetivos projetos finais de extensão na respetiva comissão das Nações Unidas.
Cabo Verde, com base nas normas da Comissão, já conquistou mais de 700 mil quilómetros quadrados em espaços oceânicos e acredita que, se tudo correr como idealizado, poderá ampliar ainda mais as áreas marítimas sob sua jurisdição, com ganhos económicos e científicos, e ainda afirmar-se como uma importante nação marítima sub-regional e africana.
JSD. - Lusa/Fi

terça-feira, 12 de março de 2013

"Semear para pescar", Grande Reportagem SIC

Há 40 anos que o peixe do mar não chega para alimentar a população mundial: quase metade do peixe que consumimos já é produzido em aquacultura. Os portugueses são os terceiros maiores consumidores de peixe do mundo, mas importamos a maior parte do peixe que consumimos. A Grande Reportagem SIC desta terça-feira mostra-lhe como se produzem hoje os peixes e mariscos de viveiro e como o país desperdiça este enorme potencial que poderia ser uma fonte de riqueza.

Video SIC - 2013/03/12

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Noruega quer aumentar o consumo de bacalhau skrei em Portugal


15-02-2013
A Noruega lançou ontem uma campanha de promoção do 'skrei', bacalhau fresco do Ártico, para aumentar o consumo deste peixe em Portugal, atualmente estimado em cerca de dez toneladas por ano, segundo dados recolhidos juntos dos importadores.
'Skrei' é o nome que se dá ao bacalhau capturado antes da desova e que só está disponível entre fevereiro e abril.
Christian Nordahl, o diretor do Conselho Norueguês da Pesca (Norge) para Portugal, afirmou que este peixe, consumido fresco, "tem tudo para ganhar entusiastas", sublinhando que o produto é certificado com um selo de denominação de origem.
Fonte: ACOPE com Visão


ACOPE - Associação dos Comerciantes de Pescado

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Capturas 2012 - Noruega

Fisheries2012, preliminary figures

Reduced catch and landed value

Norwegian vessels delivered 2.1 million tonnes of fish, crustaceans and molluscs in 2012, down 7 per cent compared with 2011. The landed value amounted to NOK 14.1 billion, down 12 per cent from 2011.

Quantity and value of catch. 2002-2012*
Eighty-four per cent of the catch was used for consumption, while 16 per cent was used for the production of meal, oil, animal feed etc.

Fall in landed herring, increase in value

In 2012, the catch of herring was 4 per cent lower than the year before, and amounted to 29 per cent of the total catch. The landed value of the herring increased by 7 per cent, corresponding to 25 per cent of the total landed value in 2012.

Cod fishing most important

The cod catch came to 358 000 tonnes, with a value of NOK 3.8 billion. This accounted for 17 per cent of the total catch quantity and 27 per cent of the total catch value. Cod fishing was the most important in terms of value of landed catch.
Catch quantity, by fish species. 2010-2012*. Per cent
Catch value, by fish species. 2010-2012*. Per cent

Larger catch of blue whiting

In 2012, the blue whiting catch came to 118 800 tonnes, with a value of NOK 276.7 million. This is five times more than the year before, when low quotas of blue whiting resulted in a low catch.

Foreign landings amounted to NOK 2.3 billion

Foreign vessels delivered 288 000 tonnes of fish and crustaceans in Norway in 2012. The total value of the foreign landings was NOK 2.3 billion.
           
The statistics are based on data from the Directorate of Fisheries per 18 January. For more information is available on the Directorate of Fisheries’ website.
 
A small amount of the landed fish has not yet been sold. Therefore, the value of the total catch is expected to increase slightly as these sales are registered.
Catch value/landed value
The catch value/landed value is the amount paid to the fishermen for the catch. This includes freight and price subsidies and production tax, but not tax to the sales co-operatives. Value added tax is not included.

Tables:

Table 1 Quantity of catch, by fish species and main group of fish species. 2010-2012*. Tonnes live weight