sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Noruega quer aumentar o consumo de bacalhau skrei em Portugal


15-02-2013
A Noruega lançou ontem uma campanha de promoção do 'skrei', bacalhau fresco do Ártico, para aumentar o consumo deste peixe em Portugal, atualmente estimado em cerca de dez toneladas por ano, segundo dados recolhidos juntos dos importadores.
'Skrei' é o nome que se dá ao bacalhau capturado antes da desova e que só está disponível entre fevereiro e abril.
Christian Nordahl, o diretor do Conselho Norueguês da Pesca (Norge) para Portugal, afirmou que este peixe, consumido fresco, "tem tudo para ganhar entusiastas", sublinhando que o produto é certificado com um selo de denominação de origem.
Fonte: ACOPE com Visão


ACOPE - Associação dos Comerciantes de Pescado

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Capturas 2012 - Noruega

Fisheries2012, preliminary figures

Reduced catch and landed value

Norwegian vessels delivered 2.1 million tonnes of fish, crustaceans and molluscs in 2012, down 7 per cent compared with 2011. The landed value amounted to NOK 14.1 billion, down 12 per cent from 2011.

Quantity and value of catch. 2002-2012*
Eighty-four per cent of the catch was used for consumption, while 16 per cent was used for the production of meal, oil, animal feed etc.

Fall in landed herring, increase in value

In 2012, the catch of herring was 4 per cent lower than the year before, and amounted to 29 per cent of the total catch. The landed value of the herring increased by 7 per cent, corresponding to 25 per cent of the total landed value in 2012.

Cod fishing most important

The cod catch came to 358 000 tonnes, with a value of NOK 3.8 billion. This accounted for 17 per cent of the total catch quantity and 27 per cent of the total catch value. Cod fishing was the most important in terms of value of landed catch.
Catch quantity, by fish species. 2010-2012*. Per cent
Catch value, by fish species. 2010-2012*. Per cent

Larger catch of blue whiting

In 2012, the blue whiting catch came to 118 800 tonnes, with a value of NOK 276.7 million. This is five times more than the year before, when low quotas of blue whiting resulted in a low catch.

Foreign landings amounted to NOK 2.3 billion

Foreign vessels delivered 288 000 tonnes of fish and crustaceans in Norway in 2012. The total value of the foreign landings was NOK 2.3 billion.
           
The statistics are based on data from the Directorate of Fisheries per 18 January. For more information is available on the Directorate of Fisheries’ website.
 
A small amount of the landed fish has not yet been sold. Therefore, the value of the total catch is expected to increase slightly as these sales are registered.
Catch value/landed value
The catch value/landed value is the amount paid to the fishermen for the catch. This includes freight and price subsidies and production tax, but not tax to the sales co-operatives. Value added tax is not included.

Tables:

Table 1 Quantity of catch, by fish species and main group of fish species. 2010-2012*. Tonnes live weight

 

 

 


 

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Norway slashes cod landing prices

  
Norwegian fishermen and processors have agreed to cut the minimum landing price of fresh cod by up to 22%, or NOK 3 (€4/5.3) per kilo.
The new prices will apply for all fresh cod, mainly from the Barents Sea, landed from Dec. 13 up to April 21 next year.
During that period, cod of more than 6 kilos will have a minimum price of NOK 13.25. That is down 18%, or NOK 3, from the past two months.
The minimum price of cod of 2.5 to 6 kilos was also dropped by NOK 3, representing a cut of 22%.
Prices for cod of 1 to 2.5 kilos and under 1 kilo were cut by 17% and 16% respectively, to NOK 9.50 and NOK 8.
The decision followed “tough negotiations” between the Norwegian Fishermen’s Sales Organization Rafisklag on the one hand, and the Norwegian Seafood Federation (FHL) and the Norwegian Seafood Association on the other, Rafisklag and FHL said.
Around 70 to 80% of all cod landed in Norway, including all the Arctic cod quota, is sold via Rafisklag, the association’s director Trygve Myrvang told Undercurrent News.
Fishermen are obviously not satisfied with the drop, but “the market decides the price,” Myrvang said. “The fish has to be sold,” he said, referring to a “particularly difficult” economic situation in Europe, coupled with the high cod quota in the Barents Sea.
In September, Rafisklaget had arbitrarily set the minimum price for the period starting Oct. 1 after negotiations with the industry had ended in a stalemate. This had seen it cut prices by up to NOK 1 from the previous season.
However, the industry had to come to an agreement this time around, FHL said. “Disagreement now would have led to significant market unrest and would have been very unfortunate for the entire cod industry,” said Geir Ove Ystmark, director of industry at FHL, in a statement.
 

Minimum landing price, fresh cod, Rafisklag
NOK per kilo
SizeDec. 13, 2013 – April 21, 2013Oct. 1, 2012 – Dec 13, 2012
> 6 kg
13.25 (-18%)
16.50
2.5 – 6 kg
10.50 (-22%)
13.50
1 – 2.5 kg
9.50 (-17%)
11.50
< 1 kg
8.00 (-16%)
9.50









Minimum price arrangement
Rafisklag is the largest fishermen’s association in Norway, covering most fishermen from Kristiansund to the Russian border. Under Norwegian law, all fresh fish landed in Norway must be sold through Rafisklag or other similar associations, at the minimum price specified by the associations.
All fish must be sold using the minimum price arrangement. Exceptions are only allowed if the buyer can prove damages to the fish, in which case a discount of up to 40% can be applied.
 
(December 12, 2012, Eva Tallaksen)

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Farinha e óleo de peixe produzidos em Angola vão ser exportados para o Extremo Oriente

Farinha e óleo de peixe produzidos em Angola vão ser exportados para o Extremo Oriente

Baía Farta, Angola, 24 Nov – Quinhentas toneladas de farinha e 2500 litros de óleo de peixe seguem na próxima semana para a  Namíbia a partir do município da Baía Farta, a 25 quilómetros da cidade de Benguela, informou o representante da empresa importadora.

Adrian Louw, representante da empresa namibiana African Sellection Trust, disse à agência noticiosa angolana Angop que aqueles produtos serão mais tarde exportados para a China, Japão, Vietname, Tailândia e Coreias do Norte e do Sul, onde estão os principais mercados.

Alguns empresários angolanos das províncias de Luanda, Bié e da Huíla manifestaram, igualmente, interesse em comprar o produto fabricado na Baía Farta, principalmente a farinha de peixe que serve para a produção de ração animal e fertilizantes para a agricultura, cujo valor está avaliado em 1250 dólares a tonelada.

A fábrica, inaugurada segunda-feira, tem capacidade de produção de uma tonelada de farinha de peixe e 500 litros de óleo por hora e esteve em funcionamento experimental desde Julho, um investimento de mais de 5 milhões de dólares da empresa Pesca Fresca, associada com investidores da Namíbia e da África do Sul.

O município da Baía Farta é o segundo maior parque pesqueiro em Angola, a seguir do de Tombwa (Namibe) e o primeiro na produção de sal. (macauhub, )

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Província de Benguela, Angola, dispõe de uma fábrica de farinha de peixe

Baía Farta, Angola, 1 Set – Uma fábrica de farinha de peixe, com capacidade de produção de uma tonelada por hora, está a funcionar em regime experimental, no município da Baía Farta, província de Benguela, informou a agência noticiosa angolana Angop.

A fábrica é um empreendimento da empresa Pesca Fresca, que nele investiu mais de cinco milhões de dólares, sendo que a inauguração oficial está prevista para este mês de Setembro.

O responsável para a área de Administração e Recursos Humanos da Pesca Fresca, Francisco Gabriel, informou que a unidade fabril foi construída em dez meses e é uma parceria entre empresários angolanos, com 51 por cento das acções e congéneres namibianos e sul-africanos, que detêm os restantes 49 por cento.

Gabriel disse ainda que para além da produção de farinha de peixe que serve para ração animal e agricultura, a fábrica vai produzir óleo de peixe, destinado à indústria farmacêutica, cujos potenciais clientes são a China e o Japão.

Assegurou que a fase experimental, que se iniciou na semana passada termina este mês, altura em que a fábrica de farinha de peixe será oficialmente inaugurada. (macauhub, 01/09/2010)

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Primeiro-ministro da Islândia diz à nação para ir à pesca

O primeiro-ministro islandês, Geir Haarde, aconselhou hoje os seus cidadãos sobre aquilo que devem fazer após a implosão do sistema bancário do país: irem pescar.
Razão parece ter James Kunstler, o famoso autor de "O Fim do Petróleo", quando diz que com a escassez cada vez maior de crude, o mundo vai acabar por se voltar de novo para a agricultura tradicional.

Na Islândia, não é o fim do petróleo, mas sim da banca, que está a fazer o país acordar de novo para os recursos piscatórios.

Com efeito, o primeiro-ministro islandês, Geir Haarde, aconselhou hoje os seus cidadãos sobre aquilo que devem fazer após a implosão do sistema bancário do país: irem pescar.

“Somos um país demasiado pequeno para sustentar um sistema bancário de tão grande dimensão”, afirmou Haarde numa entrevista, citado pela Bloomberg. “Temos fantásticos recursos e uma abundância de energia verde e agora iremos utilizar tudo isso e os restantes recursos de que dispomos – o mar e o capital humano”, salientou.

Na última década, os bancos da Islândia apoiaram a “festa das compras”, através da qual os investidores daquele país compraram posições em retalhistas como a Saks Fifth Avenue ou em joalheiras como a Mappin & Webb, entre muitas outras grandes empresas. Essa aventura no estrangeiro chegou ao fim esta semana, com a nacionalização dos três maiores bancos da Islândia, salienta a Bloomberg.

Agora, os islandeses começam a querer apostar nos recursos naturais do Atlântico – pesca e energia geotérmica – como forma de ajudar o país a sobreviver. “Podemos viver daquilo que a terra nos dá, porque não somos muitos, e temos aquecimento, água potável e peixe”, comentou à Bloomberg uma cidadã de Reiquejavique, Kristinn Johansson. “Ficaremos bem. Podemos comer aquilo que pescarmos”, acrescentou.
 
(10 Outubro 2008, 17:04 por Carla Pedro | cpedro@negocios.pt)
 

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Brasil: Angola é o 3º maior mercado de empresa produtora de conservas de peixe

São Paulo, Brasil, 28 Abr – Angola tornou-se o terceiro maior consumidor de conservas de peixe da Gomes da Costa, líder do sector na América Latina, perdendo apenas para a Argentina e o Chile, disse à macauhub em São Paulo o gerente de exportação da empresa brasileira.

“Tudo começou com uma caixa de amostras em 2005. Em 2006 exportamos 500 toneladas, no ano passado mil e a previsão para 2008 e 2009 é de 1600 e duas mil toneladas, respectivamente”, afirmou Dario Chemerinski.

A empresa tem uma produção anual de seis milhões de caixas, o que corresponde a 34 mil toneladas de conservas de atum e sardinha, sendo 15 por cento desse total destinado ao mercado externo.

“Hoje, Angola representa 20 por cento dos lucros do mercado externo. É um mercado fundamental para o crescimento dos negócios internacionais em volume, imagem e perspectivas de longo prazo”, referiu Chemerinski.

De acordo com o gerente, Angola tornou-se um comprador em potencial por diversos motivos, mas, sobretudo, “porque é um país estável e o que mais cresce na África. Não tem mais guerras civis e, portanto, há um horizonte político mais claro”.

O que também facilita, segundo ele, é o facto de a empresa ter encontrado um “parceiro angolano sólido (Atlas Group) que trabalha há muitos anos com outras companhias brasileiras como Marilan, Sucos Mais e Bertin. Além disso, Angola é um forte importador de alimentos do Brasil. Outra vantagem concreta é o tempo de trânsito entre o porto de Itajaí e Luanda”.

Dario Chemerinski disse ainda que a empresa também exporta, na África, para Moçambique e procura parceiros em Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. “E iniciaremos exportações para Portugal em 2009”.

A Gomes da Costa foi criada pelo português Rubem Gomes da Costa em 1954, com uma fábrica de pescado na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. Em 1998, esta unidade industrial foi transferida para Itajaí, Santa Catarina. (macauhub, 2008)